Nunca imaginei alguns que dizem apoiar as artes iriam se direcionar por caminhos tão obscuros como a pedofilia, a ideologia de gênero, a falta de moral, o permissivismo entre outros temas obscuros. É claro que os assuntos do momento me motivaram a aprofundar um
pouco mais, visto que ânimos exaltados não iriam gerar um discernimento
necessário para esses temas de importância sumária para a sociedade e as
famílias.
Mas agora, parecem que jogaram a toalha ao fazer guerra
contra o Estatuto da Criança e do Adolescente! O uso ilegal de crianças em atos
puramente ideológicos tem chegado a níveis que nunca vimos antes e nos provocam
verdadeiro choque com que aprendemos de nossos pais. E o pior: não vemos da parte
da justiça qualquer tipo de punição ao agressores que de sá consciência continuam
a utilizar nossas crianças em seus espetáculos de horrores. Primeiro vieram com
a ideologia do “meu corpo minhas regras” para justificar o aborto. Agora a moda
é “a arte do nu” para justificar a erotização das crianças.
Vejamos o que diz a bíblia:
"Mas, se alguém fizer cair em pecado um destes pequenos que crêem em mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó de um moinho e o lançassem no fundo do mar. Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!" São Mateus 18, 6-7 - Bíblia Católica Online
A multinacional UNILEVER, por exemplo, se envolveu esta
semana em mais um ato polêmico: após a propaganda do Dove ser criticada por
racismo porque uma mulher negra ao tirar sua blusa ficava branca, agora foi a
vez do OMO da mesma empresa liberar um “COMUNICADO IMPORTANTE AOS PAIS” dizendo
que deveríamos mudar de ideia sobre o gênero do nossos filhos: “OMO convoca pais e mães a fazerem recall de
todas as brincadeiras que reforcem clichês sobre gênero”. Parece sutil, mas quais
seriam as brincadeiras que pais e mães fazem sobre gênero e que devem sofrer
recall? O pai não pode mais falar para o filho “escolhe uma gatinha bem bonita
pra namorar no colégio” ou a mãe dizer para a menina “você se parece uma
princesa de tão linda”? Será que o comercial se referia a esse tipo de “brincadeira”? Bem, nunca saberemos e nem eles vão nos contar. A questão por trás disso é: teria
o comercial a pretensão de dizer como devo ou não educar meus filhos?
Em outros tempos, diria que tudo isso não passa de uma implicância,
um cri-cri-cri sem fundamento. Mas porque uma multinacional se envolveria em
temas tão polêmicos como racismo e ideologia de gênero e tudo em um espaço de
menos de um mês? Por que na mesma semana o Fantástico chama de “intolerantes”
aqueles que não querem ver seus filhos em um show com adultos nus? Porque será
que na mesma semana comemoramos o dia da criança e o de 300 anos de Nossa Senhora da Aparecida? Guerra às Tradições??
A mudança de cultura e o choque cultural provocado por estas
ideologias está vindo de cima pra baixo, ou seja, não é a sociedade que quer,
são as grandes empresas, marcas, jornais e TVs que querem impor este conceito
para que possam faturar mais. Imagine: um menino agora não precisa mais ganhar
só carrinhos, mas também bonecas, casinhas, etc. Uma menina pode ganhar uma
espada, um totó, um campo de futebol de brinquedo além das bonecas e outros
brinquedos de “princesa”. A lei do consumo pede que agora as crianças tenham tudo em dobro.
Uma mudança de sexo, por exemplo, será uma cirurgia caríssima e que uma vez
liberada, atrairá lucros surreais a médicos, propagandas e grandes empresas da
área.
Uma escola que tenha aderido ao método de ensino de
ideologia de gênero poderá oferecer novos livros com essa didática e ao um
custo menor para os pais, pois foram escritos de forma “moderna” segunda esta nova
cultura e não precisarão mais ser tão grossos e didáticos, mas exibirão
desenhos mais fáceis e engraçados para aceitar-se este novo "dogma". Se
aprenderá menos sobre a ciência e mais sobre o prazer e as “artes”. Imagina
aprender biologia e dizer que uma fruta pode ser um fruto, que a “abelha rainha”
pode virar a “abelha rei” e que não existe mais a distinção dos cromossomos X e
Y? Parece impossível?! Para essa ideologia o gênero não é definido desde a criação.
Imagina o que não terão de inventar para modificar este
conceito? E como não terão de brigar na sociedade! Uma tarefa hercúlea, mas que
parece atrair cada vez mais grandes
investidores e bilionários que ditam a moda, as tendências e os pensamentos da
nova geração.
Bem, pelo menos parece ser a pretensão deles. Se isso irá
criar raízes vai depender de nós pais e filhos nos mobilizarmos contra esse
mal. Não existem mais de dois lados na mesma moeda, como não existe um terceiro
lado na educação. Ou estamos a favor da Tradição ou contra ela. Ou a favor da ciência,
ou contra ela. Ou a favor da cultura, ou contra ela. Ou a favor da arte, ou
contra ela. Ou a favor do Criador, ou contra ELE!!!
Chega de letargia. Deus pede de nós uma verdadeira metanóia,
ou seja, uma verdadeira transformação espiritual. E isso só conseguiremos com
Seu Espirito Santo. Nada se lutar sozinhos. Estamos muito bem acompanhados por
Maria nossa Mãe e por Seu Filho, Jesus, nosso irmão.


