NÃO É TÃO DIFÍCIL adivinhar o que vai acontecer no próximo ano ao Brasil.
Ainda assolado com o fantasma do Impeachment e com as "novas" regras sociais, fica fácil prever um ano de 2018 ainda mais conturbado no cenário sócio-político. No cenário socioeconômico nem tanto. O país parece estar caminhando pelo rumo certo ao reduzir a taxa de juros (SELIC) e a inflação. Algo que o outro governo não conseguia de forma alguma. Há um consenso que economicamente o Brasil melhorou e é claro que quando a economia melhora para os da classe intermediária, melhora automaticamente para os pobres. Até porque quem contrata o mais pobre é o menos pobre e assim por diante até chegar ao rico. Mais empregos são gerados e com a inflação baixa, o pobre pode comer melhor.
Mas voltando à análise do quadro sócio-político para 2018, sabemos que as redes sociais agora terão grande participação nas eleições dos próximos políticos. Assim como no impeachment, as redes sociais são fundamentais para a escolha dos próximos políticos. Digo fundamentais porque elas são o equilíbrio entre o que se vê nas ruas e o que se fala nos jornais. Quando perde-se o equilíbrio, as redes sociais contribuem para a "estabilização da verdade". Foi assim também com as últimas insídias de pedofilia travestida de arte, foi assim com o racismo travestido de "politicamente correto", foi assim com o socialismo travestido de "ajuda aos pobres".
As redes sociais têm um papel fundamental. Elas são o novo "Quarto Poder". Não se tem mais como manipular toda a rede, de forma que, cada indivíduo consegue encontrar voz naquilo que acha o mais certo e melhor para todos ou para ele próprio.
Não trata-se de purismo ou demagogia. Todos queremos benefícios que nos afetem, mas poucos pensam no todo. Assim, as redes sociais também ajudam aos mais individualistas e egoístas pensar de forma mais social. Através delas, vimos, por exemplo que o bolsa-família é um dos piores instrumentos sociais pela falta de comprometimento com a educação e crescimento social da fatia de menos favorecidos que deveria ajudar. As cotas raciais seguem o mesmo estilo, e utilizam do racismo sua forma de escolher os que podem ou não ter acesso a uma universidade sem no entanto ter estudado para tal.
Temos o ranking de políticos na internet (http://politicos.org.br/), temos acesso a informações fora da caixa, temos outras "cabeças pensantes" que não somente àquelas que somos obrigados a ler.
As redes sociais definirão os próximos governantes. Infelizmente ainda existe muita briga nesse meio. A cumplicidade dos politicos com ideologias e corrupção provocaram uma grande polarização para o povo.
Veremos “bolsomitos” e “esquerdopatas” gladiando-se novamente nas redes? Veremos novamente os DH defendendo os bandidos? Veremos novamente ideologias querendo ser impostas ao povo?
Sim, infelizmente é isso que veremos nos próximos anos. Talvez menos, talvez mais dependendo da graça.
Teremos um 2017 entrando para a história. Um dos anos mais difíceis politicamente. Um pos-impeachment nunca é facil, mas 2017 tem feito referência fora da curva. Tem sido bombástico no ponto de vista político e ideológico. Me faz lembrar da afirmação que diz que "não há Paz sem guerra". O problema é que saímos dela mais fracos do que quando entramos.
Polarizar enfraquece, cansa, empobrece!
O Brasil precisa recuperar rápido o caminho do crescimento pelo povo. Pelo brasileiro. Isso vai passar pelo patriotismo, vai passar pela Tradição e vai passar pela luta, mas não armada, e sim amada! Precisamos nos unir no amor, na espiritualidade, no trabalho! Só assim iremos parar com essa mania de perguntar se fulano é de "esquerda" ou de "direita". É "progressista" ou "liberal". É “pro aborto” ou “contra aborto”. Vamos deixar que cada um pense também e que todos respeitemos a opinião uns dos outros. Precisamos conviver com as diferenças. A união consiste exatamente em respeitá-las!


