"Ao invés de deixar um mundo melhor para seu filho, deixe um filho melhor para o mundo!"


Até onde podemos dialogar?

09/10/2017

Até onde podemos dialogar quando o assunto é o ABUSO INFANTIL?

Cada vez mais estamos reféns de um minoria que quer a todo custo fazer prevalecer sobre a opinião de todos e principalmente SOBRE A LEI. Ninguém está acima da lei, nem os artistas, não é verdade?!

Acredito que todos já ficaram sabendo do crime que foi cometido no MAM de São Paulo, em que um menina de 4 anos foi aliciada pela própria mãe a tocar um indivíduo nú inclusive com a genitália exposta. Esse mesmo indivíduo depois dançou nú numa rodinha cheia de crianças. 

Alguns artistas inadvertidamente deram credito à arte do nudismo, sem no entanto considerar QUEM estava presente: CRIANÇAS DE 4, 5 e 6 ANOS de idade, que por serem ainda imaturas sexualmente não teriam a mínima condição de entender o porquê estariam sendo seduzidas a tocar em um desconhecido completamente nú.

Vejam que este é um pequeno passo para a "sessão de arte 2" que seria a criança então expor seu corpo nú para ser tocado por um adulto. 

Vejam como o mal obscurece até mesmo os mais "adultos",  "intelectuais" e "artistas" quando é colocado de forma fingida sobre eles. 

TODOS ESSES TORNARAM-SE CEGOS!

A estes Jesus já respondeu:
 "Toda planta que meu Pai celeste não plantou será arrancada pela raiz. Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala." 
São Mateus, 15 - Bíblia Católica Online

Não à toa, levanta-se no meio desses artistas e intelectuais Dona Regina. Senhora simples e que fazia parte da platéia já seleta de um programa de TV conhecido. Como não concordava com o esta sendo dito, foi lá na sua humildade deixar seu recado. Mal sabia ela que aquela vozinha de vovó iria soar como um gigante megafone por cima dos telhados da hipocrisia e da criminalidade.

Se você já viu, confira de novo, Dona Regina mostrando como devemos combater o mal das ideologias: com categoria, firmeza e simplicidade:





É claro, não precisávamos da Dona Regina se não estivéssemos sendo condizidos por guias cegos. Ficaria tão óbvio a presunção dos nossos "intelectuais" em querer burlar a lei que defende a criança e o adolescente que em um outro tempo da história, a platéia iria rir ou a até mesmo vaiar quando esta artista falasse tamanha asneira. 

Mas não, a ideologia se institucionalizou de tal forma nos meios de comunicação convencionais como auditórios e as câmeras que fica difícil para alguns conseguir discernir o caminho certo no meio desta confusão.

Por isso, quero colocar aqui o artigo 247, do código penal brasileiro:

Art. 247 - Permitir alguém que menor de dezoito anos, sujeito a seu poder ou confiado à sua guarda ou vigilância:

I - freqüente casa de jogo ou mal-afamada, ou conviva com pessoa viciosa ou de má vida;
II - freqüente espetáculo capaz de pervertê-lo ou de ofender-lhe o pudor, ou participe de representação de igual natureza;

III - resida ou trabalhe em casa de prostituição;IV - mendigue ou sirva a mendigo para excitar a comiseração pública:
Pena - detenção, de um a três meses, ou multa.

Ainda assim, temos o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) artigo 232 ao qual afirma-se:

Art. 232. Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento:
Pena - detenção de seis meses a dois anos.

Na verdade, nem precisaríamos chegar tão longe se esta sociedade tivesse "olhos" não é mesmo? Mas estão, como não tem, que sejamos nós os "olhos" que faltam, ou "ouvidos" que não ouvem e a "boca" que não mais denuncia, mas que aceita e acata tudo o que lhe propõe!


 

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